Os dedos percorreram a esmo as cordas do violão, procurando em cada nota o som perfeito, andaram obstinadamente, como meus lábios passeando em seu corpo, preenchendo com beijos cada pedaço vazio, que apaixonadamente finjo ser meu.
Mostrar mensagens com a etiqueta Nanocontos. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Nanocontos. Mostrar todas as mensagens
segunda-feira, 6 de julho de 2015
terça-feira, 23 de junho de 2015
Nanoconto - 14
Postado por Tempus em terça-feira, junho 23, 2015 com Sem comentários
Completamente faminta, servia-se do silencio que a solidão lhe oferecia.
quarta-feira, 10 de junho de 2015
Nanoconto - 13
Postado por Tempus em quarta-feira, junho 10, 2015 com Sem comentários
Depois de longo suspiro morreu, sem saber que seus versos juntaram histórias,
salvaram amores, reconstituíram corações e o tornou eterno.
salvaram amores, reconstituíram corações e o tornou eterno.
terça-feira, 2 de junho de 2015
Nanoconto - 12
Postado por Tempus em terça-feira, junho 02, 2015 com Sem comentários
Quando finalmente enxergou a cruel realidade da vida, agarrou-se a sua essência de poeta, com um medo infantil de que lhe tirassem sua melhor porção.
sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015
Nanoconto - 11
Postado por Tempus em sexta-feira, fevereiro 27, 2015 com Sem comentários
Desfrutavam cada segundo daquele longo beijo; olhos fechados, bocas abertas e línguas inquietas trabalhando juntos para descobrir que o amor, tem o mesmo gosto da amizade.
segunda-feira, 19 de janeiro de 2015
Nanoconto - 10
Postado por Tempus em segunda-feira, janeiro 19, 2015 com Sem comentários
Desolado, andava na chuva contando raios, ouvindo o vento, e aproveitando as caricias que a brisa se dispunha a doar.
domingo, 7 de dezembro de 2014
Nanoconto - 09
Postado por Tempus em domingo, dezembro 07, 2014 com Sem comentários
Sem palavras estreitou-a em seus braços, e quando se sentiu
pronto desfez o abraço consciente de que embora não sua, ela finalmente seria feliz.
segunda-feira, 29 de setembro de 2014
Nanoconto - 08
Postado por Tempus em segunda-feira, setembro 29, 2014 com Sem comentários
Dormia a sonhar com sereias, e acordava preso em sua própria rede.
terça-feira, 23 de setembro de 2014
Nanoconto - 07
Postado por Tempus em terça-feira, setembro 23, 2014 com Sem comentários
Era desinteressante como uma rosa de cera, e ainda assim era
parte essencial da vida de alguém.
segunda-feira, 15 de setembro de 2014
Nanoconto - 06
Postado por Tempus em segunda-feira, setembro 15, 2014 com Sem comentários
Estava tão cansado de viver, que deitou-se para um cochilo e
entrou em coma profundo.
segunda-feira, 8 de setembro de 2014
Nanoconto - 05
Postado por Tempus em segunda-feira, setembro 08, 2014 com 1 comentário
Fingindo não ser pecado, comeu sem pudor da arvore da vida.
quinta-feira, 4 de setembro de 2014
Nanoconto - 04
Postado por Tempus em quinta-feira, setembro 04, 2014 com Sem comentários
Recebia tantas flores de seus admiradores, que mudou
convenientemente sua dieta para rosas vermelhas.
terça-feira, 2 de setembro de 2014
Nanoconto - 03
Postado por Tempus em terça-feira, setembro 02, 2014 com Sem comentários
Sua beleza inefável roubava de Narciso a dignidade da morte.
quarta-feira, 27 de agosto de 2014
Nanoconto - 02
Postado por Tempus em quarta-feira, agosto 27, 2014 com Sem comentários
Sentirei falta de dizer "Eu te amo", quando tiver que te dizer "Adeus"!
domingo, 24 de agosto de 2014
Nanoconto - 01
Postado por Tempus em domingo, agosto 24, 2014 com Sem comentários
De tanto olhar para você; percebi que quase nunca te
enxergo.
Subscrever:
Mensagens (Atom)


